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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012




(fotografia de David Octavius Hill e Robert Adamson - "Child lying down, master hope finlay", 1845)


"Uma árvore não é menos perfeita por ser uma semente. Um bebé pequenino não é menos perfeito que um adulto. É a própria perfeição. Por não poder fazer nada, por não saber nada, não se torna menos perfeito em qualquer aspecto.

Uma criança comete erros. Põe-se em pé. Bamboleia. Cai. Põe-se novamente de pé, um pouco vacilante, agarrada à perna da mamã. Isso torna a criança imperfeita?

Digo-te que é precisamente o contrário! Essa criança é a própria perfeição, inteira e completamente adorável.

Assim és tu, também." (1)

Neale Donald Walsch in "Conversas com Deus"

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Os acasos..

"Oacaso tem destes sortilégios, a necessidade não. Para um amor se torne inesquecível é preciso que, desde o primeiro momento, os acasos se reúnam nele como pássaros nos ombros de S.Francisco de Assis.
Não há, portanto, razão nenhuma para censurar aos romances o seu fascínio pelos misteriosos cruzamentos dos acasos, mas há boas razões para censurar o homem por ser cego a esses acasos na sua vida quotidiana e assim privar a vida da sua dimensão de beleza."




(Milan Kundera- A insustentável leveza de ser)

terça-feira, 8 de novembro de 2011


"-Life is short..."
"-FALSE! It is the longest thing you do.."

oh yeah***

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Qual "o pensador de Rodin", está a Nica depois de uma noite laboral..

"Que difícil que é a vida dos homens, pensou ela. Eles não têm asas para voar por cima das coisas más."



escreveu Sophia de Mello Breyner Anderson em "A Fada Oriana",

Asas?
Ter? temos, são os nossos amigos.
Aqueles que dão verdadeiro significado à palavra "confiança", que não apenas parecem nossos amigos, mas o são.
Que estão prontos a fazer o que for preciso para nos verem bem, sem cobranças.
Que não cobiçam os nossos sucessos, mas rejubilam com as nossas conquistas. Que sabem dar a mão, o ombro, a cama e o puxão de orelhas.
Que não nos traem.
Acima de tudo, que não nos atraiçoam pelas costas.
Meus amigos, obrigada, eu sei quem são *

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O asno de Buridan


Porque gosto de paradoxos:


"Ser indiferentemente livre é não ter mais propensão a fazer uma do que outra, entre duas alternativas"